
Diversas mudanças tecnológicas vêm ocorrendo no mundo, isso acarreta alterações na sociedade, nas organizações, nos processos de produção e nos próprios funcionários.
A partir desse momento trabalhador precisa ter “uma formação mais geral, multifuncionalidade, honestidade, sensibilidade, carisma, iniciativa para tomada de decisões rápidas e visão de conjunto” (SILVA, 2000).
O processo de trabalho é entendido por Coriat (1976), citado por Silva (2000), como o “processo pelo qual as matérias-primas são transformadas em produtos consumíveis com um valor de uso” e é compreendido por três partes: a atividade do ser humano, o objeto pelo qual o trabalho se efetua e os meios que tornam possível sua realização.
No início esse processo era feito por manufatura onde os trabalhadores tinham que possuir o conhecimento, a técnica e a habilidade para realizá-lo. Mas com o desenvolvimento do capital, a junção dos empregados em apenas um local e o estabelecimento da jornada de trabalho, novas formas de organização surgiu:
- O taylorismo preocupava-se com as causas dos desperdícios e desenvolveu o sistema de organização Scientific management (Gerenciamento científico).
- O fordismo introduziu as esteiras e seguiu o mesmo princípio do taylorismo. Mas começou a enfrentar problemas com o absenteísmo e a rotatividade.
- Outro modelo é o toyotismo que é um modelo flexível, rápido e que trabalha com pequenos estoques. Ele ainda desenvolveu os Ciclos de Controle de Controle que auxilia a empresa a se qualificar
Eles podem ser conhecidos como “trabalhadores do conhecimento” e tem como instrumento de trabalho a informação e seu processo de trabalhista é transformar conhecimento bruto em conhecimento disponível.
Referência:
SILVA, Ana Estela Codato. Organização do processo de trabalho em bibliotecas. 2000. Disponível em:
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